Após a morte, mais uma cápsula
A liberdade não veio
Munida de nova máscara,
Navego o entremeio
Porcelana sem expressão
Sob a pele pesada, pasma
O retorno, uma obrigação
Assumir o posto de fantasma
Atados, se acostumam os ossos
Indefinidamente fadados, estes são os nossos
Mas nem tudo é tragédia
Oculta-se quase tudo com um belo manto
Sob disfarce, escuto o canto
Agora faço parte da comédia