





A combustão da melodia
Acompanha a travessia das vítimas do acaso
Pressagia o fim aos soldados translúcidos
Em vários lugares quase ao mesmo tempo
A praticidade do status além humano
Um ato de humildade: Deixar aos mortais a descoberta de sua invenção, o fogo
Abrindo mão de seu instrumento e tomando algo de igual valor
Somente uma deusa seria capaz de emitir tal som
As flautas humanas almejam se assemelhar
Compositora da canção entorpecente
A ruína da criatura panóptica
O prêmio de praxe: Sua cabeça
Em sua última viagem ao submundo,
Ela encantará Caronte
Levará consigo o ouro
E mergulhará nas chamas sem pestanejar




Refusing to fall is not floating
Fleeting suspension is dangerous
Snapping into place or into pieces
These are the possibilities
A mistake meets me in my maybe
If I follow, I pursue and I persuade it
To assault, soothe and assuage me
Why are there warnings if there is no right or wrong?
I like stones shaped like rocks,
With natural edges
Their texture just pledges
To be taken out of the box
I like rocks shaped like stones
Waiting, remote
Taking in the cold
Telling stories fleshed out over their bones
Though their appearance is deceptive
I know they’ll be receptive to my hands
My warmth seals the cracks
My fingers retrace the complex patterns their surface appends
At first they seem so rough
It only makes it better when they crumble to my touch
Quando viro vampiro, me admiro
Mas não consigo me ver
Refletida somente em vida
Eu tive que morrer
Velho espelho, um conselho, o alho, a cruz
Prefiro o escuro, mas aturo a luz
Quando volto à forma humana, me sinto profana
Quero me redimir
Vendo o osso exposto, quase sinto o gosto
Passo a me distrair
Se não me concentro, eu volto pra dentro
E não consigo sair
Se ultrapasso o limite
Eu perco o convite pro melhor festival
Se me atraso pro julgamento
Fico presa no tribunal
Uma chance é o mesmo que nada, se desperdiçada
Perco o prazo do renascimento
Adianto o meu final